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Namorados para Sempre – Uma história de desamor

Nome do Filme: Namorados para Sempre (2010)
Direção: Derek Cianfrance
Elenco Principal: Ryan Gosling, Michelle Williams
 disponivel em dvd genero drama

Nunca, jamais, de maneira alguma assista a Namorados para Sempre se estiver com seu relacionamento em crise, ou se tiver terminado um recentemente. Escrito e dirigido por Derek Cianfrance, o filme fala de amor, mas provavelmente da maneira que nunca estamos preparados para ver: a mais crua possível.

Acompanhamos a história, aqui não linear, de Dean (interpretado pelo carismático Ryan Gosling) e Cindy (vivido pela monstruosa atuação de Michelle Williams). Somos guiados por dois momentos diferentes; O primeiro encontro do casal e cinco anos após seu casamento. Além da aparência diferenciada (mais evidente em Gosling que em Williams, é verdade) outras características que separam bem os dois momentos é o sorriso (inexistente com o passar do tempo) e o olhar (da paixão à exaustão).

Dean inicia a história como um ajudante de mudanças, enquanto Cindy é uma jovem estudante que sonha seguir carreira na área da medicina. Ele um rapaz imaturo, ela uma garota impaciente e firme. Ao longo do tempo essas características que antes soavam tão atraentes, agora se apresentam como um enorme obstáculo. Cindy assiste e remói a passividade de Dean ao mesmo tempo em que ele tenta se esquivar da rejeição da esposa. Contas, filhos, empregos, fidelidade. Tudo parece ser um peso enorme a ser dividido à dois, causado à dois.

A desconstrução do romance é a maior marca do filme que rema no caminho das dificuldades do casamento e esquece toda a onda açucarada de hollywood ao falar de amor. O sabor que fica é amargo e desconfortável. A história pode não ser uma absoluta ameaça, mas é fácil de perceber a possibilidade verídica na vida de qualquer um de nós.

Então não se deixe enganar pelo título. Namorados para Sempre não é uma fofa afirmação, cheia de pontos de exclamação com suas pontas em formato de coraçõezinhos. É uma súplica, um desejo visceral, um pedido agonizante. É um sorrateiro e frívolo soco no estômago, o soco que não se pode esquivar ou proteger-se. É a visão clara da corrosão, do esgotamento. É o distanciamento, a névoa que afasta o outro do alcance de visão, que o apaga da memória mais bela.

É a iminência, o fim.

 

Para assistir em casa: Mesmo se nada der certo

Nome do Filme: Mesmo Se Nada Der Certo (2014)
Disponível em: DVD/Bluray
Gênero: Comédia Romântica
Nota:  5.0/5.0

John Carney, ex-integrante da banda irlandesa The Frames, não quer mesmo deixar a música de lado. Depois de ganhar o Oscar por Melhor Canção com o filme “Apenas Uma Vez” (2008), Carney explora as terras (e as carinhas) americanas em “Mesmo Se Nada Der Certo”, uma despretensiosa e carismática história de redescoberta e, claro, música.

Gretta (Keira Knightley) é uma jovem aspirante a compositora/cantora que deixa sua cidade para acompanhar seu namorado Davi (Adam Levine) a jornada de sua fama. Ao encontrar o sucesso como cantor, Davi não só abre mão de sua autenticidade como músico, como também de seguir a diante em sua relação com Gretta, que se vê sozinha e sem propósitos na gigante Nova Iorque.

Vagando de bar em bar está Dan, um alcoólatra fracassado ex-fundador de um selo musical, aqui interpretado pelo queridíssimo Mark Ruffalo. Em uma de suas saídas boêmicas, Dan cruza o caminho de Gretta e BANG! É aqui que a história começa de verdade.

Dan é um homem que deixou os dramas da vida amorosa afundar sua carreira, mas sua conexão com a música nunca se foi. Ao ver Gretta tocando e cantando uma música autoral em um bar qualquer de Nova Iorque, ele instantaneamente é capaz de acrescentar em seus pensamentos todos os elementos necessários para impulsionar as músicas de Gretta, e que quem sabe, sua própria vida novamente.

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Laranja é a cor da estação. Pelo menos na prisão.

Depois de lançamentos exclusivos como das séries “House of Card” e “Hemlock Grove” (medíocre, diga-se de passagem), a Netflix lançou no último dia 11 “Orange is the new black“, série dramática baseada no livro homônimo e readaptada para as telinhas por Jenji Kohan, a mesma responsável por “Weeds”.

Em “Orange is the new black”, acompanhamos a passagem de Piper Chapman por Litchfield, presídio feminino dos Estados Unidos. É neste universo que somos apresentados a todas as novas experiências de Piper ao mesmo tempo que, apoiando-se no artifício do flashback, descobrimos um pouco mais de seu passado e dos personagens ao seu redor. Este – vale mencionar – é um ponto muito interessante desta série. Esses momentos em que somos lançados ao passado dos personagens são, no geral, cenas bem curtas que ocupam poucos minutos de cada episódio e na maioria das vezes, não mastigam e entregam as informações de maneira tão óbvia ao expectador. É necessário um pouco mais de atenção para subentender as razões que levaram alguns desses personagens para aquele cenário claustrofóbico. Piper, inclusive, é a única que vai para a prisão de maneira espontânea, o que gera alguns estranhos pontos de humor logo nas cenas inicias.

Depois de se ver envolvida em uma trama de tráfico de drogas, Piper Chapman decide entregar-se a polícia, mas não antes de passar mais uma calma noite com seu noivo, Larry, aqui interpretado por Jason Biggs, o atrapalhado virgem de “American Pie” (há até uma rápida e interessante referência ao seu personagem do filme). Larry é um cara comum, de gostos e sonhos comuns, que espera e acredita na devoção de Piper enquanto se vêm separados pela penalização da moça. Este é um personagem apático, imaturo e nada cativante.

O maior desafio de Piper dentro da prisão, é o do autoconhecimento. Quando se vê trancada com seu passado, que atende por nome Alex (Laura Prepon), ela se vê em questionamentos e confusões profundas sobre sua própria personalidade, sonhos e desejos tanto quanto se vê presa a regras tão particulares e desconhecidas.

Como citado no primeiro parágrafo, “Orange is the new black” é uma série dramática com algumas inserções rápidas de humor que dosam o temperamento dos episódios. Portanto, não espere por uma série sanguinolenta baseada em caos como “OZ”, mas saiba que não trata-se de uma sitcom com risadas pré-programadas ao fundo. Com a segunda temporada confirmada apenas para o início de 2014, com personagens profundos e em sua maioria cativantes, tornou-se uma das séries mais interessantes e empolgantes dos últimos tempos.

 

Renzi: "In Italia e Cina riforme, concentrati su futuro".hogan outlet "La Cina e l'Italia hanno lo stesso approccio: stanno hogan outlet facendo riforme strutturali che stanno trasformando imoncler outlet rispettivi Paesi". Lo ha detto il premier Matteo Renzi,moncler outlet intervistato dalla Cctv, la tv cinese, a margine deimoncler outlet lavori del G20 di Hangzhou. "Ci stiamo entrambiwoolrich outlet concentrando sul futuro", ha aggiunto il premier woolrich outlet spiegando di aver affrontato il tema anche peuterey outlet nell'incontro di ieri mattina con il presidentepeuterey outlet cinese Xi Jinping. Renzi ha poi parlato del vertice burberry outlet in corso ad Hangzhou sottolineando che "cade in un burberry outlet momento di grandi opportunità per la comunità mbt outlet internazionale. Molti sono i problemi e le sfide, mbt outlet come la crescita, ma l'Italia e la Cina possono dareair jordan pas cher un messaggio di speranza agli altri colleghi, partendowoolrich outlet dalla loro amicizia". "Questa riforma non woolrich outlet tocca i poteri del capo del governo e non tocca pesi e contrappesi". Appello sinistra dem per sì Referendum. Continuawoolrich outlet il dibattito nel Pd sul referendum. Alla sinistra diwoolrich outlet Renzi non ci sono solo i no di D'Alema o i dubbi di woolrich outlet Bersani, ma arriva anche un deciso appoggio da hogan outlet parte di autorevoli esponenti ex Ds. Il loro appello,hogan outlet pubblicato sulla pagina Facebook 'sinistra per il sì', è stato firmato dalle prime personalità della politica e della società civile favorevoli al referendum hogan outlet costituzionale. Si tratta di una campagna targata sulla continuità storica dell'Ulivo alla quale hanno aderito, tra l'altro, padri nobili come Mario Tronti,doudoune moncler pas cher personalità che finora stavano in componenti diverse. E da figure di governo, come ad esempio il Guardasigilli Andrea Orlando (leader dei 'turchi'). E ildoudoune moncler pas cher governatore del Lazio, Nicola Zingarettidoudoune moncler pas cher (della 'sinistra', ma in autonomia). Condoudoune moncler pas cher questo appello nasce un percorso, si allarga la platea della sinistra Pd con, ad esempio, l'adesione di Edo Ronchi (Federazione dei Verdi). Tra le prime adesioni: Luigi Berlinguer, Franco Cassano, Vannino Chiti, Cesare Damiano, Paola de Micheli, Piero Fassino,doudoune moncler pas cher Anna Finocchiaro, Maurizio Martina, Matteo Orfini, Andrea Orlando, Edo Ronchi, Sergio Staino. "Siamo un benchmark". "Gli Stati Uniti hanno doudoune moncler pas cher valorizzato quanto fattojordan pas cher da noi in questi due anni e mezzo, essere un benchmark, un punto di riferimento è un grande passo in avanti per noi". Lo ha detto Matteo Renzi. piumini moncler outlet "Ma c'è un rischio: non cogliere le disuguaglianze. Bisogna creare le condizioni per una crescita senza differenze e non aver paura del futuro". Cooperazione Italia Cina sulla Salute. Nel dialogo con Xi, Renzi ha toccato soprattutto i temi economici e culturali come legame tra Roma e Pechino.piumini moncler outlet Tra le possibilità di cooperazione, Renzi ha piumini moncler outlet citato, oltre agli scambi economici, anche "lapiumini moncler outlet crescita negli scambi tra studenti" e la piumini moncler outlet "possibile cooperazione in Africa insieme". Penso, ha poi concluso, "alle possibilità di cooperazione nel settore della Salute. Credo che la qualità più piumini moncler outlet importante degli italiani in questo momento sia la grande attenzione verso il cibo, la salute, lo stile di vita".